Mariana trabalhava numa empresa de Cork há três anos e adorava seu emprego. Quando descobriu que estava grávida, ficou nervosa, mas decidiu contar para seu chefe. Uma semana depois, a empresa disse que estava "fechando seu departamento" e a demitiu. Mariana sabia que era mentira — seus colegas continuavam lá, fazendo o mesmo trabalho. Ela se sentiu injustiçada e muito triste. Como podiam fazer isso logo após ela contar sobre a gravidez? Mariana tinha medo do futuro. Precisava daquele emprego e da segurança que ele dava. Seus pais diziam que ela tinha direitos, mas Mariana não sabia por onde começar. Ela procurou ajuda e encontrou os solicitadores da eSolicitors.ie.
Os solicitadores olharam cuidadosamente para tudo o que aconteceu. Analisaram as datas, as comunicações da empresa e conversaram com testemunhas. Ficou claro que o motivo real da demissão era a gravidez, não o fechamento do departamento que a empresa inventou. Os solicitadores apresentaram tudo isso num processo formal no WRC (Workplace Relations Commission). O tribunal concordou que Mariana sofreu discriminação. A empresa não conseguiu provar que a demissão tinha outro motivo legítimo. Como resultado, Mariana recebeu uma compensação significativa — a máxima possível para esse tipo de caso.
Na Irlanda, existe a Lei de Demissões Injustas de 1977 que protege trabalhadores como Mariana. Essa lei diz que você não pode ser demitido por razões discriminatórias, especialmente por estar grávida. Se a empresa demite você de forma injusta, você tem direito de reclamar e receber compensação. O WRC é o lugar onde esses casos são decididos.
Atenção! Você tem apenas 6 meses a partir da data da demissão para fazer sua reclamação no WRC. Se esperar mais tempo, perde o direito. Se está pensando em reclamar, fale com um solicitador logo — não demore!
Conta para a Ana o que aconteceu. Ela explica suas opções e te conecta com o advogado certo — de graça.